Para ela, ele estava ali, olhando o pôr do sol embriagado, cantarolando músicas românticas. O vento sonolento arrepiava seus cabelos rebeldes e o brilho do sol poente realçava ainda mais a luz dos seus olhos apaixonados. Suas mãos se entrelaçavam com as dela, e a cada segundo que passava sua voz se tornava mais terna. De quando em quando, ele respirava, resmungava palavras encantadoras, e dela roubava um beijo parecido com o encontro do céu e da terra. Ela ajeitava, então, seus cabelos esvoaçantes, piscava lentamente e sorria, o que parecia como se o mundo inteiro estivesse a sorrir.
Para ele, ela não existia.
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