quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Para falar a verdade?

Nem sei o que sou, o que fui, o que serei.
Falaram-me hoje que eu sou uma florescente.
Eu reflito a luz do mundo
Eu reflito a luz de tudo

Disseram-me...
Mas eu não sei, como sempre, como nunca, como um todo. Como a gozação por tudo, pelo sofá, pelas mantas. Me dê mais uma cerveja e tudo ficará normal.
E um dia, aquilo eles tiveram,
eles quiseram,
eu sei que sim,
eu sempre sei.
Por mais da desabodação em mim, em ti, no fim.
Tipo, o amor é que nem o alecrim:

murcha um dia.
Apodrece um dia.
Vai ser sempre assim.

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