sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Atrás da porta

Fechei o livro, olhei o teto, olhei o chão. Senti minhas pupilas molhadas, senti minha boca seca, senti o teto, senti o chão. Deitei em meu travesseiro, adormeci, mergulhei num mundo sem tetos e sem chãos. Apenas eu, o céu refratado e alguns pensamentos sobre humanidade.
Quem dera não acordar.

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