sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Sopa de Feijão

Há várias pessoas conversando ao meu redor, falando em minha mente frustrada por 5 horas passadas vazias. Horas rancorosas, daquelas que se pede para voltar, dignas de uma outra atitude por ambas as partes - minha e da mente. Não me venha com essas histórinhas ridículas, a perplexidade de tal sutileza infantil deprime minha consciência e me faz ficar mais confusa. Ou sim ou não. Esse é o ponto, afinal não existe banana azul e muito menos homem decente. A não ser que se pinte e que se finja... não não e não. Melhor sentar na sacada do abismo, esperar e ver. De que adianta enojar-me se nada tenho para isso, apenas o gosto insosso de confusão impregnado em minha língua? Mas as pessoas continuam conversando e eu só espero que ninguém sente comigo na sacada, por enquanto. Senão eu pulo. É sério.

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