quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Quem dera a espera fosse tudo passar
Ah! Como esse cheiro forte invade meu corpo cansado. O elefante faz tanto sentido quanto a trama ilusiva que traço em minha mente escandalosa. Tu és como eu, tão como eu que chega a dar medo. A tua estupidez personal me faz sorrir por dentro, e a música torna-se viciante - de alguém que já amou e já chorou. O perfume continua penetrando minhas narinas cognitivas, e um simples dia torna-se surpeendente no meu escândalo interior. Sou eu, pois, tão ilusiva quanto tu. Pedi para esquecer, mas não consigo e nem quero: prefiro me embriagar com a ilusão do cheiro pelo ar.
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Um comentário:
Nem sempre julinha... :)
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