Das lacunas à tudo mental, da bala de menta à tudo espacial. Teu nariz cabe nessa toalha, meus olhos cabem nesse céu.
Meu dói perfurado, alguém não pára de falar ao meu lado, alguém toma banho cansado eu.... não sei do calado. Com sorriso calado. Com falas silenciosas. Comigo esquecido.
Ah, ah, ah
Um dia tudo vai estar como eu gostaria que estivesse como o universo gostaria que estivesse metido num líquido intersticial como amigas falando bobagens numa mesa de bar como o alguém tomando banho como alguém pegando fogo na Inquisicão atual como algo inchando com medo.
Me conta, conta, conta-me, não...
nem conta nada
me deixa com nonsense de vida
deixe-me sem palavras colquiais
só para pensar que sei e que nem sei e que sou parnisiana de mundo de vida de sonhos de tudo e que sou o quê sou: ser humano de natureza,
e que:
BÚ.
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