O pôr do sol vermelho: sangue de mim no céu.
Com a mente à toa, as estórias miraboladas, que mais parecem histórias, nem importam-me mais.
Depois que ouvi Hume, e perdi-me nos prazeres, a imensidão é.
Jogarei-me, lá na frente, daqui à 105 dias, no abismo real de vida. No abismo lacunoso de mim, do mundo ao redor, desses parágrafos cansativos que não aguentam-me mais.
E mais e mais e mais.
OBS: Pense se tu és tão esperto. Coma minhas palavras como eu. Leia minha alma sem escarrar, note meus gritos virtuosos de a.....
Agora eu é que cansei.
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