domingo, 1 de junho de 2008

No meio

Chego em casa e um cachorro babão que nem se importa. - Onde queres ir?
Depois transcendi como no começo e fugi como no começo e permutei entre a névoa de dentes de vinho.
Topo com o cachorro de desdém.
Depois meus olhos cerrados: a transcendência natural mais perfeita de alguém.
Tudo pela sonolência insana de mim.
Corroendo minha cabeça.
O CÉU ME PUXOU
depois desabou....
lacei a faixa que o corta, dei-a de presente à alguém dizendo estrangeiro de algum. - Onde queres ir?
Longe do lugar da vizinha e da música e da escuridão do teu futuro de planos de ar.
Rebeldia em lágrimas escondidas.

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