daqueles retratos pintados em púrpura corporal
pintados na cabeça da estepe
no caminho de casa
na cidade estoniante de volta
daquilo tudo que passou na janela
que eu falei dormindo
com alguém de ninguém.
vi na escada meditando, eu, por mim, nao ele no que diz no que diz que não diz.
o sol entra em filetes múltiplos por agora por mim em seu pôr.
tudo que vejo clama pelas palavras silabadas e trêmulas no futuro de ontem, no renascer da transcendência entre o céu e a terra. no olhar retificante.
o sol ilumina sua palavra, minha mão penumbra a dos raios.
o sol se apaga lentamente enquanto a chama do coração ascende feito estufa, e vai me deixando no medo da escuridão.
quatro quartos.
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