Falam de marginalizados. E falam. E riem.
Não sabem, pois, que foram eles os marginalizados. Só que por eles mesmos.
Deveriam juntar todos.
Depois persuadem-me, tentam-me, mudar de posição, de opinião, esquecer os valores e tornar-me marginalizada por não fazer nada.
Ouvem músicas de protestos e divergem-se.
Pelo menos minha consciência não está na margem. Está bem no fundo, nas profundezas, intensamente fracas, protegidas pela desilusão contrária.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário