Da janela ambulante, um pôr do sol verdejante?
Que me disse: o que resta é osso velho e mal tratado...
Pois tome cuidado para não apodrecer, tome muito.
E várias cabeças se voltaram para dentro, enquanto meus olhos se voltavam ao infinito e além.
O coração puxando para baixo, com medo de virar estandarte e cadáver.
Na ambulância da janela, um grito no meu ouvido:
abra tua mente e teu coração mofado.
O que resta é luz.
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