Um touro ofega sentado numa cadeira, olhando para um pedaço de plástico ridículo que imita uma falsa ordem. Ele ofega tanto que parece que vai cair e morrer.
Um barbudo cumprimenta-o, toca um sambinha com seu violão surrado, e pede com curiosidade sobre a respiração do outro:
- Por que tu ofegas tão rápido, se sabes que te faz mal?
O touro pára, levanta a cabeça condensada e sussura lentamente:
- Porque não me deixam pensar.
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