sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Bloom

O meu ouvido ecoa uma voz impertinente, grita uma voz sussurrante, enquanto minhas pernas balançam de nonsense...
Quem dera explodir algumas frases na tua cara, frases planejadas e cortantes, navalha no pescoço do iludir por ilusão...
No ar deitado sobre mim, na confusão de erros sobre mim, mascando vida até murchar, me florescer até cair e brotar mais uma vez, meu ouvido remoe vozes de pontes vazias.

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