Gosto de brincar com minha mente lisérgica nas falhas do espaço...
destilando os pulsos cerrados
da metamorfose da vida
em fruta mordida de amar.
domingo, 26 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Talhou
Remexendo em sulco de vida no tal e antigo caminho da volta e da ida, deparando o trânsito dos olhos que querem dizer, coberto com o procedimento de alma sob alma, lembrei não lembrando daquela luminiscência diluída em líquido vibrante, em mente corpulenta, afagada pelo fuso de dia, frio nostálgico, pira entre nunâncias, espíritos segregados, em frente ao teor da carne apodrecida falando bobagens em cima de uma bicicleta, dentro e fora, estância da própria distância de dois céus talhados.
domingo, 5 de abril de 2009
Vive
Olha aí, no nascente de dizer que não se gosta, no rio abandonado de flores grotescas, na areia da mente encharcada... olha aqui, que chego a tremer meus ossos, com a mudança de um sorriso, circulando vida em um copo e muita névoa de eufemismo, nem olha... vive.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Instrumentalmente impossível
Contraindo tudo, escondido entre as frutas, escondido entre os sabores escatológicos que tento arrancar da boca, na minha escatologia do metódico e perplexo, olha o ar que passa no corredor dos afagos eternos sem raça, eternos até o fim do fim do passado da lembrança que arde nas têmporas de ninguém te contar, espera tua mão envolta nos cacos do corpo quebrado, dos dedos impregnados, evaporando antes do próximo fim.
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