domingo, 25 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Libertem-se do humano tão humano que não deve ser libertado: dúvida tão intensa de ir e não ir. Diz que estranha as ondas invisíveis, faz dois gestos de tamanha inocência.
Aí está! Entre a parede e a mesa, conjugado em mil pedaços desalinhados, entre os olhos e o ponto; entre o céu e as mãos: os soldados incandescentes e calados se aproximando da miséria de ser. Miséria? Qual o humano tão humano, que até mesmo ele, é o miserável em duas pernas bambas, cambaleando no outro dia. Aí estás!
Diga-me algo que me faça brotar.
De novo.
Tamanha inocência. Tamanhos os olhos e as palavras jogadas sem senso, cuspidas dos meus dedos através do infinito.
Tamanho desejo de atingir, de tocar, de espalhar
esparramar
dispersar
dissipar
esparramar
esparramar os órgãos entre a incompreensão das almas, até fazês-la chorar;
ou VOAR...
hoje.
Aí está! Entre a parede e a mesa, conjugado em mil pedaços desalinhados, entre os olhos e o ponto; entre o céu e as mãos: os soldados incandescentes e calados se aproximando da miséria de ser. Miséria? Qual o humano tão humano, que até mesmo ele, é o miserável em duas pernas bambas, cambaleando no outro dia. Aí estás!
Diga-me algo que me faça brotar.
De novo.
Tamanha inocência. Tamanhos os olhos e as palavras jogadas sem senso, cuspidas dos meus dedos através do infinito.
Tamanho desejo de atingir, de tocar, de espalhar
esparramar
dispersar
dissipar
esparramar
esparramar os órgãos entre a incompreensão das almas, até fazês-la chorar;
ou VOAR...
hoje.
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