quarta-feira, 16 de junho de 2010
Enquanto, de quando em quando, um peso engomado cai atrás e embaixo das duas bolas que vêem – e esses olhos então pesados – a flor na janela descansada, se exibindo para a rua, tão cor de rosa quanto a alma cansada, extrai-se do sono atento um sonho de dentro, bem dentro. Porque do contrário estar aqui quase como bloco de areia, que cabe dentro de bolso e oceano, sem toque de flor exibida ou de sonho interino, é tão dormente que o grude que mantêm o bloco escorrega, a areia voa para tudo quanto é lado; até, de quando em quando, restar um grão irredutível-eu...
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