terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Ó avenida que não tem fim.

Com amor com tudo; correndo através da passarela. Realce as árvores tão tropicais que ao teu lado se descorrem, e cochicham em paz. O mangue late de tanta folha que geme - de repente a gente queimará. Sabe a Idade Média? A tão dês acalamada íssima, eles é que queimavam gente – quanta humanidade. Uns diabinhos assim rodeando o fogo, de um lado para o outro – olha o grande príncipe, olha nós anos depois. Vai todo mundo acabar assim: OLHA O MANGUE!

olha a fauna e flora que é de todo teu igual. silêncio - observando - que te balança - que pulsa junto; verde verde verde que explode. OLHA AO TEU REDOR.

E depois de olhar, deixa a imagem te escorrer pelo corpo e te fazer gemer junto com o resto.

com amor, com tudo, de realeza.


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