terça-feira, 29 de março de 2011

IN DIVÍ DUO

Quem vive? O protagonista? A história? A sociedade civil?

Um barbudo bem famoso diria que é a totalidade, que o indivíduo para sempre abstrato, enquanto Sartre chora sangue quente e eu sou um absurdo. ABSURDO.
Não dá para absorver toda essa crença desenfreada se tem um pássaro no meu ouvido e um fruto no meu ventre.