o dilúvio que escorre pelos meus dedos,
o grito rouco que arde pelos meus olhos,
a gelatina que me compõe,
a sinfonia esquelética que me faz,
os dois passos para a pele enrugada
os três decibéis de morte distorcida
caindo
caindo
longe
sorrindo
no dilúvio que escorre pelos meus
pelas minhas
no meu
eu
eu
naufraguei.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
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