Com o pés descalços pela argila que arde – foi assim que eu costeei a mata e dancei com os peixes e derreti com a chuva. Que eu encontrei tanta coisa, os pássaros e a água tão salgada que me fez desvanecer – oh céus, quanta beleza. Mas daí eu paro eu penso e vejo – porque eu vou voltar para casa, para o concreto e o digital, eu sei disso – e como seria se não?O mato silencia qualquer pensamento – e cá estamos, dentro da alma, observando o que cresce da terra e que é de todo nosso igual. Experimentando o delicado da vida – respirando junto com alma alma que faz descansar.
Pois é que espírito tudo o tem – e como um pedaço de terra cercado por mar não haveria de possuir tamanha graça.
Um comentário:
Lendo isso deu uma vontade de mar.
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