Acordei e contei carneirinhos. Olhei ao redor e vi coisas que não aconteceram acontecerem. Ainda que acordei de bom-humor, mesmo que cega, mesmo que dolorida, mesmo que picante.
Falei pro universo que desculpava ele e que nem tinha que desculpar, porque ele não me devia nada, fora tudo ilusão da minha capacidade sistemática chata.
Pisei num vômito, sonhei que vivi, sonhei que te espancava, sai correndo pela casa cantando Elvis. Opa. Ainda bem que rio da minha própria desgraça.
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